
CONCEITO & EQUIPA


O Chef, Ricardo Leite
O Chef, Ricardo Leite
Para conduzir a orquestra no Isabella, Ricardo Flora foi buscar outro Ricardo - o chef Ricardo Leite, com provas dadas na restauração nacional e internacional. Formado pelo conceituado instituto Le Cordon Bleu, em Londres. Ricardo Leite trabalhou em Londres com Marcus Wareing (2* Michelin), Nuno Mendes Viajante (1* Michelin). Regressado a Portugal trabalhou no feitoria (1* Michelin), bica do sapato onde conheceu Alexandre Silva, mais tarde inaugurou o Loco (1* Michelin) onde o chefiou.
Trabalhou no Alentejo num projecto mais natural e focado no produto da terra, mais recentemente inaugurou o Hyatt Regency Lisboa (5*), onde foi o Chef Executivo.
O chef une a técnica ao amor pelo produto, não hesitando em percorrer centenas de quilómetros para encontrar o que procura.
A forte ligação do chef ao mundo rural vem-lhe da infância e das recordações com a mãe e com a avó em Trás-os-Montes, dos verões passados no campo, a plantar e a semear, ou a provar as amores silvestres que a avó lhe dava ao lanche. Aí fixou o sabor dos verdadeiros produtos da terra, uma das marcas da sua cozinha.
Outra é o cuidado pelo detalhe – que no Isabella está presente em muitos elementos, como nos vários pratos de cerâmica de autor que chegam à mesa, com as criações do chef.
Para conduzir a orquestra no Isabella, Ricardo Flora foi buscar outro Ricardo - o chef Ricardo Leite, com provas dadas na restauração nacional e internacional. Formado pelo conceituado instituto Le Cordon Bleu, em Londres. Ricardo Leite trabalhou em Londres com Marcus Wareing (2* Michelin), Nuno Mendes Viajante (1* Michelin). Regressado a Portugal trabalhou no feitoria (1* Michelin), bica do sapato onde conheceu Alexandre Silva, mais tarde inaugurou o Loco (1* Michelin) onde o chefiou.
Trabalhou no Alentejo num projecto mais natural e focado no produto da terra, mais recentemente inaugurou o Hyatt Regency Lisboa (5*), onde foi o Chef Executivo.
O chef une a técnica ao amor pelo produto, não hesitando em percorrer centenas de quilómetros para encontrar o que procura.
A forte ligação do chef ao mundo rural vem-lhe da infância e das recordações com a mãe e com a avó em Trás-os-Montes, dos verões passados no campo, a plantar e a semear, ou a provar as amores silvestres que a avó lhe dava ao lanche. Aí fixou o sabor dos verdadeiros produtos da terra, uma das marcas da sua cozinha.
Outra é o cuidado pelo detalhe – que no Isabella está presente em muitos elementos, como nos vários pratos de cerâmica de autor que chegam à mesa, com as criações do chef.



O Sommelier, Pedro Nogueira
O Sommelier, Pedro Nogueira
Pedro Nogueira é o Diretor de Vinhos e Chef de Sala do Isabella. Mal pôs o pé no espaço em obras, ainda com chão de areia, sentiu-lhe o potencial. E apesar de estar confortável no cargo de sommelier do JNcQUOI Avenida, decidiu mudar.
Para a carta de vinhos do Isabella, quis essencialmente que os comensais saíssem da sua zona de conforto, descobrindo novos vinhos e arriscando nas escolhas, pedindo aconselhamento ao sommelier sempre que o desejarem. Das 280 referências que constituem a carta, diversificadas (haverá pequenos produtores e marcas já consolidadas), tem na sua composição 60% são de vinhos portugueses e 40% de vinhos internacionais. Destes últimos, champagnes e vinhos brancos estão em maioria – Pedro confessa a predileção pelos perfis tensos e elegantes dos vinhos da Borgonha. Mas é acérrimo defensor dos vinhos portugueses, com um carinho especial pelos espumantes e fortificados. Em particular, quer que o Isabella ajude a recriar uma tradição: a de trazer o fortificado para a mesa – seja com um Porto, um Madeira, um Moscatel ou um Carcavelos.
O objetivo de Pedro Nogueira é que os clientes do Isabella levem consigo a recordação de um serviço sem formalismos, e que saiam com vontade de regressar. O mesmo relativamente aos vinhos, onde há a vontade de divulgar projetos, rótulos e estreitar a barreira que divide o produtor do cliente final.
Pedro Nogueira é o Diretor de Vinhos e Chef de Sala do Isabella. Mal pôs o pé no espaço em obras, ainda com chão de areia, sentiu-lhe o potencial. E apesar de estar confortável no cargo de sommelier do JNcQUOI Avenida, decidiu mudar.
Para a carta de vinhos do Isabella, quis essencialmente que os comensais saíssem da sua zona de conforto, descobrindo novos vinhos e arriscando nas escolhas, pedindo aconselhamento ao sommelier sempre que o desejarem. Das 280 referências que constituem a carta, diversificadas (haverá pequenos produtores e marcas já consolidadas), tem na sua composição 60% são de vinhos portugueses e 40% de vinhos internacionais. Destes últimos, champagnes e vinhos brancos estão em maioria – Pedro confessa a predileção pelos perfis tensos e elegantes dos vinhos da Borgonha. Mas é acérrimo defensor dos vinhos portugueses, com um carinho especial pelos espumantes e fortificados. Em particular, quer que o Isabella ajude a recriar uma tradição: a de trazer o fortificado para a mesa – seja com um Porto, um Madeira, um Moscatel ou um Carcavelos.
O objetivo de Pedro Nogueira é que os clientes do Isabella levem consigo a recordação de um serviço sem formalismos, e que saiam com vontade de regressar. O mesmo relativamente aos vinhos, onde há a vontade de divulgar projetos, rótulos e estreitar a barreira que divide o produtor do cliente final.
